Vasco volta ao cenário que iniciou ‘veia copeira’ em busca de virada no Brasileiro e contra o Palmeiras
Em 2024, o Vasco enfrentou o rival paranaense pelas quartas de final da Copa do Brasil. Após vencer por 2 a 1, em São Januário, levou 2 a 0 no duelo de volta com 32 minutos de jogo e viu a situação piorar quando Rayan, então um jovem de altos e baixos no time profissional, foi expulso por agredir Esquivel aos 41 da etapa inicial.
O cenário se desenhava para uma goleada rubro-negra, até que Vegetti aproveitou cruzamento de Lucas Piton e diminuiu o placar nos minutos finais do primeiro tempo. O Vasco se segurou no segundo tempo, diminuindo o ímpeto do Athletico com boa atuação defensiva. O novo 2 a 1 levou a decisão para os pênaltis, quando Léo Jardim brilhou e classificou a equipe.
— A gente tem sofrido bastante ultimamente, com placares, com jogadores a menos. Acho que isso tem norteado um pouco o nosso trabalho, sofrendo um pouco mais do que a gente gostaria, mas isso nos eleva. Estamos sofrendo, mas conseguindo atingir os resultados. Queríamos a vitória hoje, mas veio a classificação importantíssima — afirmou Rafael Paiva, treinador da época, após a partida.
Internamente, elenco, direção e comissão viram este jogo como a primeira grande prova de um Vasco competitivo na busca por ganhar novamente um título. Desde então, o time se consolidou com bons desempenhos em competições mata-mata.
Desde 2024, o time chegou a uma final e uma semifinal Copa do Brasil e uma semifinal de Copa Sul-Americana.
— A Copa tem um sentimento diferente pelo sentimento do tudo ou nada. A equipe tem se portado muito bem desde o ano passado na final que perdemos. Independentemente do jogo, nós jogamos a vida — explicou Paulo Henrique, em entrevista ao ge no mês passado, ao ser questionado sobre a postura do Vasco.
— É até inexplicável, mas a gente faz valer muito o nosso fator casa em São Januário ou até quando mandamos o jogo no Maracanã, com o apoio do nosso torcedor. É algo natural. Encaramos todos os jogos de maneira decisiva, como tem que ser, principalmente no Brasileiro, quando brigamos na parte inferior da tabela — continuou.
Antes de se preocupar com a Copa do Brasil, onde precisa correr atrás de 1 a 0 negativo para o Palmeiras, a equipe comandada por Pedro Emanuel precisa olhar para o Brasileirão. O time não se livrou dos riscos de rebaixamento e, por isso, o português vai escalar o que tem de melhor na Arena da Baixada.
Fonte: ge