Martín Palermo: ‘Não chegou nada para mim’

Em meio à procura por um novo treinador, o Vasco trabalha internamente com uma lista de possíveis nomes analisados para assumir o comando da equipe. Entre os profissionais que aparecem nesse levantamento está o argentino Martín Palermo, nome que passou a ser ligado ao clube nas últimas horas.

Diante das informações que começaram a circular, o Canal Vasco, em parceria com o VDG-Cast, entrou em contato diretamente com o treinador para entender se existe alguma movimentação envolvendo seu nome e uma eventual aproximação com o clube carioca.

Ao ser questionado sobre o assunto, Palermo afirmou que, até o presente momento, não recebeu qualquer contato relacionado ao Vasco e demonstrou não ter conhecimento sobre uma possível negociação em andamento.

“Não tenho novidades sobre o assunto. Estou nos Estados Unidos (na Copa do Mundo) e não sei se o meu representante recebeu algo. Não chegou nada para mim.”

A resposta chama atenção porque, apesar das especulações envolvendo seu nome nos bastidores, o treinador deixou claro que nenhuma informação foi passada diretamente a ele até aqui.

Para aprofundar a apuração e buscar mais informações sobre a situação, nossa reportagem também procurou o staff do treinador em busca de um posicionamento sobre eventuais contatos feitos pelo Vasco.

Até o fechamento desta matéria, integrantes do entorno do argentino preferiram não comentar o caso e optaram por se resguardar diante das especulações que surgiram nas últimas horas.

A postura adotada mantém o cenário indefinido, principalmente porque a diretoria segue avaliando diferentes caminhos antes de bater o martelo sobre o novo comandante.

Franclim Carvalho aparece como nome mais forte internamente

Embora o nome de Martín Palermo tenha surgido entre os treinadores observados pelo clube, outro profissional segue ganhando ainda mais força internamente.

Segundo apuração do Canal Vasco, Franclim Carvalho, atualmente no Botafogo, aparece neste momento como o principal favorito dentro dos bastidores para assumir o comando técnico da equipe.

A avaliação positiva acontece principalmente pelo perfil de trabalho e pela linha de jogo que agrada pessoas influentes dentro do departamento de futebol.

A tendência é que os próximos dias sejam decisivos para que o Vasco finalmente escolha o nome que comandará a equipe na sequência da temporada.

Fonte: Canal Vasco

Veja vídeo com lances de Rayan contra o Japão

Veja vídeo com lances de Rayan contra o Japão Segunda-feira, 29/06/2026 – 20:21 Bíblia Vascaina @bibliavascaina Voces estao vendo nascimento de um jogador que ficará na história, desfrutem Fonte: X…

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Anime famoso e trocas de Ancelotti pautam repercussão da vitória

A vitória sobre o Japão, por 2 a 1, em Houston (Estados Unidos), que classificou o Brasil às oitavas de final da Copa do Mundo, ocupou manchetes na imprensa esportiva do exterior.

As mudanças feitas pelo técnico Carlo Ancelotti e o famoso anime (desenho animado japonês) Captain Tsubasa, que possui temática de futebol e ficou conhecido por aqui como Super Campeões, pautaram a repercussão no exterior.

O espanhol Marca, por exemplo, comparou o atacante Gabriel Martinelli, autor do gol da vitória nos acréscimos do segundo tempo, a Oliver Tsubasa, protagonista do anime. Na Espanha, o personagem era conhecido como Oliver Atom, termo utilizado pelo site.

Ancelotti explica estratégia e cogita Endrick titular nas oitavas

João Fonseca estreia em Wimbledon com 3 a 0 sobre Bautista Agut

O Corriere dello Sport, da Itália, estampou que “ainda não é hora de Holly e Benji (nome pelo qual era chamado em alguns países da Europa)” e que o camisa 22 brasileiro “fez o Japão chorar”. Enquanto Holly é uma adaptação do nome Oliver, Benji é Benji Wakabayashi, goleiro que inicia o anime como rival do protagonista para depois eles se tornarem grandes amigos.

Na crônica do MaisFutebol, de Portugal, o gol do volante Kaishu Sano, que interceptou um passe errado do lateral Danilo, avançou e finalizou no canto do goleiro Alisson, foi retratado como “retirado de um anime“. O texto recordou que as equipes de Ancelotti, especialmente em confrontos eliminatórios, mostram que “nenhum jogo está perdido até o apito final”.

O New York Times, dos Estados Unidos, e a BBC, do Reino Unido, chamaram atenção às mudanças feitas pelo treinador, apontadas como decisivas. A reportagem do site norte-americano ressaltou que Ancelotti era a “cabeça mais fresca” em Houston e destacou a opção por usar Gabriel Martinelli mais centralizado e não aberto na ponta esquerda, como seria o habitual. Foi por ali que o atacante marcou o gol da classificação.

Já o relato do Olé, da Argentina, foi crítico em relação à atuação brasileira. “Com camisa mais do que com o jogo. Com vergonha mais do que com as ideias. Com uma Vinidependência total”, iniciou a crônica, em referência à importância do atacante Vinícius Júnior. E brincou com uma citação popular que menciona a cidade que recebeu o jogo desta segunda: “Houston, o escrete estava com problemas”.

Ancelotti omite escalação do Brasil na véspera do duelo contra o Japão

Com gol no final, Canadá vence Africa do Sul e vai às oitavas da Copa

Tom semelhante à análise do Record, do México. Segundo a crônica, Ancelotti foi um “mestre do xadrez”, mas que “isso, por si só, não bastará para as próximas fases”.

Do lado japonês, a repercussão, naturalmente, foi em tom de lamentação. O Nikkei Sports chamou o jogo de “Tragédia de Houston”.

O Sports Hochi, por sua vez, recordou os desfalques de peso da seleção nipônica, desde antes da Copa, como Takumi Minamino e Kaoru Mitoma e Wataru Endo, como durante a competição, caso do também meia Takefusa Kubo, que sofreu uma lesão no joelho esquerdo na fase de grupos. O artigo foi concluído reconhecendo que “o caminho para o título mundial continua sendo árduo” para o Japão.

A seleção brasileira volta a campo no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), pelas oitavas de final. O duelo será em Nova Jersey contra o ganhador do confronto entre Noruega e Costa do Marfim, que jogam nesta terça-feira (30), às 14h, em Dallas, também nos Estados Unidos.

Anime famoso e trocas de Ancelotti pautam repercussão da vitória

A vitória sobre o Japão, por 2 a 1, em Houston (Estados Unidos), que classificou o Brasil às oitavas de final da Copa do Mundo, ocupou manchetes na imprensa esportiva do exterior.

As mudanças feitas pelo técnico Carlo Ancelotti e o famoso anime (desenho animado japonês) Captain Tsubasa, que possui temática de futebol e ficou conhecido por aqui como Super Campeões, pautaram a repercussão no exterior.

O espanhol Marca, por exemplo, comparou o atacante Gabriel Martinelli, autor do gol da vitória nos acréscimos do segundo tempo, a Oliver Tsubasa, protagonista do anime. Na Espanha, o personagem era conhecido como Oliver Atom, termo utilizado pelo site.

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O Corriere dello Sport, da Itália, estampou que “ainda não é hora de Holly e Benji (nome pelo qual era chamado em alguns países da Europa)” e que o camisa 22 brasileiro “fez o Japão chorar”. Enquanto Holly é uma adaptação do nome Oliver, Benji é Benji Wakabayashi, goleiro que inicia o anime como rival do protagonista para depois eles se tornarem grandes amigos.

Na crônica do MaisFutebol, de Portugal, o gol do volante Kaishu Sano, que interceptou um passe errado do lateral Danilo, avançou e finalizou no canto do goleiro Alisson, foi retratado como “retirado de um anime“. O texto recordou que as equipes de Ancelotti, especialmente em confrontos eliminatórios, mostram que “nenhum jogo está perdido até o apito final”.

O New York Times, dos Estados Unidos, e a BBC, do Reino Unido, chamaram atenção às mudanças feitas pelo treinador, apontadas como decisivas. A reportagem do site norte-americano ressaltou que Ancelotti era a “cabeça mais fresca” em Houston e destacou a opção por usar Gabriel Martinelli mais centralizado e não aberto na ponta esquerda, como seria o habitual. Foi por ali que o atacante marcou o gol da classificação.

Já o relato do Olé, da Argentina, foi crítico em relação à atuação brasileira. “Com camisa mais do que com o jogo. Com vergonha mais do que com as ideias. Com uma Vinidependência total”, iniciou a crônica, em referência à importância do atacante Vinícius Júnior. E brincou com uma citação popular que menciona a cidade que recebeu o jogo desta segunda: “Houston, o escrete estava com problemas”.

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Tom semelhante à análise do Record, do México. Segundo a crônica, Ancelotti foi um “mestre do xadrez”, mas que “isso, por si só, não bastará para as próximas fases”.

Do lado japonês, a repercussão, naturalmente, foi em tom de lamentação. O Nikkei Sports chamou o jogo de “Tragédia de Houston”.

O Sports Hochi, por sua vez, recordou os desfalques de peso da seleção nipônica, desde antes da Copa, como Takumi Minamino e Kaoru Mitoma e Wataru Endo, como durante a competição, caso do também meia Takefusa Kubo, que sofreu uma lesão no joelho esquerdo na fase de grupos. O artigo foi concluído reconhecendo que “o caminho para o título mundial continua sendo árduo” para o Japão.

A seleção brasileira volta a campo no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), pelas oitavas de final. O duelo será em Nova Jersey contra o ganhador do confronto entre Noruega e Costa do Marfim, que jogam nesta terça-feira (30), às 14h, em Dallas, também nos Estados Unidos.

Vida de Roberto Dinamite vai virar documentário

Ídolo da história do Vasco, Roberto Dinamite será homenageado em um documentário que pretende ir além dos gols e recordes. Batizado de “Roberto Dinamite – O Imortal da Colina”, o filme vai revisitar a trajetória do ex-atacante para mostrar como ele se transformou em um ícone do futebol brasileiro.

Dirigido por Rafael Callomeni, o documentário reunirá entrevistas, imagens de arquivo inéditas e registros contemporâneos. A narrativa será conduzida pelo ator Dilsinho Oliveira — vascaíno que integrou o elenco da série Arcanjo Renegado —, que acompanhará encontros com familiares, ex-companheiros de equipe, jornalistas, dirigentes, amigos e outros personagens que fizeram parte da vida do craque dentro e fora dos gramados, incluindo o universo da política.

A produção será lançada nos cinemas, com estreia prevista para 2027. Depois, deverá chegar às plataformas de streaming. O projeto recebeu autorização para captar R$ 1,5 milhão via Lei de Incentivo à Cultura e conta com o apoio da prefeitura do Rio de Janeiro.

Fonte: O Globo

Futevôlei: Pablo defenderá o Vasco na temporada

vascofutevolei

💢 CRIA DA CASA, FUTURO DO VASCO! 💢

A base é forte, e o futuro também!

@pablo_souza006 está confirmado para mais uma temporada defendendo as cores do Vasco FTV. 🔥

Cria vascaína da categoria Sub-21, Pablo chega para 2026 ainda mais preparado, mostrando evolução, comprometimento e muita vontade de vencer.

Com talento, disciplina e personalidade dentro de quadra, ele representa o futuro do nosso projeto e promete honrar o gigante da colina em cada ponto disputado.

A caminhada está só começando, mas a ambição é grande: lutar por títulos e seguir escrevendo sua história no Vasco FTV. 💢

Vamos juntos nessa temporada!

Quem também acredita no potencial do Pablo? Deixa sua mensagem de apoio nos comentários! 👇

#VascoFTV #LigaNacionalDeFutevôlei #Futevôlei #Vasco #Sub21 BaseForte CriaDaCasa Raça Temporada2026

Fonte: Instagram Vasco Futevôlei Oficial

Ancelotti explica estratégia e cogita Endrick titular nas oitavas

A opção de Carlo Ancelotti de não colocar Endrick em campo no empate por 1 a 1 com Marrocos, na estreia da Copa do Mundo, em Nova Jersey (Estados Unidos), repercutiu dentro e fora do Brasil, por vezes de forma irônica. Dezesseis dias se passaram e agora o técnico cogita escalar o atacante como titular no duelo pelas oitavas de final do Mundial, contra Noruega ou Costa do Marfim, neste domingo (5), às 17h (horário de Brasília).

Com a lesão do meia Lucas Paquetá, que teve de ser substituído no intervalo do jogo desta segunda-feira (29), contra o Japão, em Houston (Estados Unidos), Endrick foi escolhido para ir a campo. Na ocasião, o Brasil perdia por 1 a 0. A seleção brasileira acabou vencendo por 2 a 1, de virada, com um segundo gol no final do segundo tempo.

“Sim, podemos começar dessa maneira [com Endrick no lugar de Lucas Paquetá]. Precisávamos de mais força na área e o Endrick poderia colocar essa força e presença. Ele fez um jogo muito bom porque esteve intenso e perigoso”, afirmou Ancelotti, em entrevista coletiva após a partida em Houston.

João Fonseca estreia em Wimbledon com 3 a 0 sobre Bautista Agut

Ancelotti omite escalação do Brasil na véspera do duelo contra o Japão

A entrada do ex-atacante do Palmeiras foi reflexo, também, de uma mudança de postura ao longo do confronto. Se no primeiro tempo a estratégia, sem sucesso, era buscar infiltrações por dentro, o Brasil passou a pressionar a defesa japonesa com bolas alçadas na área. Foram 25 cruzamentos durante a partida. Um deles resultou no gol de empate, do volante Casemiro.

“Tivemos problemas no primeiro tempo para buscar oportunidades porque o Japão estava muito fechado. Buscamos soluções, com mais cruzamentos e presença de área. Acho que é uma evolução. Se no outro jogo não tivemos problemas para buscar espaço, desta vez foi diferente, mas conseguimos solucionar bem na segunda etapa”, avaliou o treinador, citando o triunfo por 3 a 0 sobre a Escócia, na última quarta-feira (24), em Miami (Estados Unidos), pela fase de grupos.

Desde 2002, quando venceu a Inglaterra por 2 a 1, em Shizuoka (Japão), pelas quartas de final, o Brasil não sabia o que era virar um jogo eliminatório de Copa. Coincidentemente, aquela foi a edição do último título mundial da seleção brasileira. Mais do que um bom presságio, o triunfo desta segunda sinaliza, para Ancelotti, o amadurecimento do time.

“Estava confiante [mesmo em desvantagem no placar] porque a equipe começou bem. Depois encontramos dificuldades para forçar o Japão, que é uma equipe respeitável, muito perigosa e com jogadores fortes nos duelos. Mas [o Brasil] não era uma equipe perdida como no primeiro tempo contra Marrocos”, disse o técnico, minimizando erros como quando o lateral Danilo deu a bola nos pés do volante Kaishu Sano, no lance do gol japonês.

Com gol no final, Canadá vence Africa do Sul e vai às oitavas da Copa

Copa inicia mata‑mata neste domingo com África do Sul e Canadá

“O futebol tem erros. Temos que pensar adiante. Ninguém pensava que a equipe não iria empatar. Sofrimento é normal, sobretudo no futebol moderno. Como é normal o alívio”, concluiu o italiano.