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Irritados com o resultado, alguns torcedores passaram a ofender atletas do Santa Cruz, entre eles, o zagueiro Simônio, que teria falhado no gol de empate, e o meia Edson. Exaltado, o segundo queria tirar satisfações e precisou ser contido pelos dirigentes. Segundo Edson, o motivo seriam palavrões proferidos contra sua família. O efetivo da Brigada Militar no estádio agiu para acabar com o princípio de confusão. Dois policiais usaram cavalos para dispersar os torcedores.
O presidente do clube, Darci Fischborn, deve discutir o assunto na reapresentação do grupo hoje. “O jogador profissional tem que ser superior a isso. Se o torcedor erra, não dá direito a que o jogador erre também”, sentencia. Segundo Fischborn, é hora de pensar na Universidade, quarta-feira, às 20h30, novamente nos Plátanos. “O importante é fazer os três pontos. Convocamos a torcida, que sempre tem colaborado conosco.”
O técnico Mazzaropi disse que faltou malandragem à equipe. “Você tem que estar ligado os 90 minutos. Fomos castigados com o gol porque não soubemos tirar proveito da vantagem que tínhamos nos acréscimos”, lamenta. Ele lembra que o time precisou arriscar quando sofreu o revés, o que acabou criando a possibilidade de contra-ataque do São Luiz.
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